Apocalyptica é uma banda finlandesa formada por três violoncelistas e, desde 2005, um baterista. Tem como especialidade o “symphonic metal” (heavy metal com aspectos de sinfonia), tocando também música clássica. Todos os formadores frequentaram a Academia Sibelius, em Helsinque, onde se conheceram e, em 1993, se juntaram para fazer, por diversão, arranjos com violoncelos.
Eles fazem cover do metálica. Inclusive essa musica que é uma das minhas favoritas: Nothing Else Matters.
Estarei disponibilizando a partitura em .PDF dos 4 violoncelos dessa musica. Link logo no fim do post.

Video da musica da banda:

Clique na imagem para baixar…



Depois de séculos… aqui estou eu. Fiquei tempos e tempos sem postar no blog, e o deixei meio que abandonado e teia de aranhas e poeira se acumularam sobre ele.
Estudos e também preguiça me fizeram deixá-lo de lado.

Bem, Hora de remover essa poeira, limpar as teias… voltarei a postar aqui de agora em diante, mas não posso garantir que sempre, pois estudos/faculdade não vão me permitir.
Entretanto, sempre que possível estarei aqui para postar partituras e outras coisas relacionada ao Violoncelo.

:*

JACQUELINE DU PRÉ

(Jacqueline Mary du Pré – 26/01/1945 – 19/10/1987 – foi uma violoncelista inglesa de desempenho brilhante, aclamada por sua profundidade de interpretação).

“BERÇO MUSICAL” – Nasceu em Oxford, Inglaterra. Sua mãe era professora de piano. Du Pré ouviu pela primeira vez e perguntou por um violoncelo quando tinha 4 anos de idade, começou a tocar com 5, entrando na escola de violoncelo em Londres quando tinha 6, e deu o primeiro concerto com 7 anos de idade. Estudou com William Pleeth, com 10, e continuou a estudar com ele depois que entrou na escola de Guildhall de música. Quando completou 11, ganhou o primeiro prêmio internacional de violoncelo de Suggia (ver Guilhermina Suggia), mesmo que a competição estivesse aberta aos concorrentes maiores de 21. Continuou a ganhar prêmios durante todos os seus anos de escola, incluindo em cima da graduação de Guildhall, em 1960, a medalha de ouro da escola.

RECONHECIMENTO PROFISSIONAL – Jacqueline du Pré tinha um desempenho brilhante e
raro, aclamada por sua habilidade técnica, a profundidade e a paixão de suas interpretações. Tinha o melhor desempenho conhecido tocando concertos para violoncelo, especialmente o concerto para violoncelo em mi menor de Edward Elgar. O reconhecimento profissional de Jacqueline du Pré veio em 1961 quando tocou no Salão Wigmore, em Londres, um raro violoncelo que lhe foi oferecido por um anônimo – um Stradivarius de 1672.
Sua intensidade e virtuosidade impetuosas atraíram a atenção imediata, e levantou-se logo ao ápice de sua profissão, viajando por toda Europa e América do Norte. Após diversos anos muito ocupados, viajou a Moscou em 1966 para estudar com o

renomado violoncelista e maestro Mstislav Rostropovich.

A VIDA E A DOENÇA – Em 1967, casou-se com o pianista e maestro Daniel Barenboim, e os dois executavam e gravavam juntos freqüentemente.
Sua carreira foi curta e trágica, pois com a idade 28 anos começou a apresentar sintomas de esclerose múltipla. Em 1971, no topo de sua carreira, du Pré apresentou dificuldade ao tocar e, às vezes, era incapaz de sentir seus dedos, fez exames e parou de se apresentar por um ano. Em 1973, diagnosticada com esclerose múltipla teve que aposentar-se, e impossibilitada de tocar, começou a ensinar e trabalhou em nome da pesquisa da doença. Foi eleita violoncelista oficial da ordem do império britânico em 1976. Jacqueline du Pré morreu no dia 19 de outubro de 1987, em Londres.
A irmã e o irmão de Du Pré, Hilary e Cais du Pré, fizeram um livro sobre a vida de Jacqueline chamado Um gênio na família (1997; publicado nos Estados Unidos como Hilary e Jackie). Um filme baseado no livro Hilary e Jackie foi lançado em 1998. A violoncelista Elizabeth Wilson escreveu um método escolar Jacqueline du Pré (1998). Uma peça inspirada na vida de du Pré, Dueto para Um de Tom Kempinski, foi tocada na Broadway.

O Arco

VISÃO GERAL

O arco tem como principal elemento estrutural a vareta, feita de madeira flexível mas firme, com crinas de cavalo a ela ligadas em ambas as
extremidades nos arcos entalhados à mão. É passada no sentido transversal sobre as cordas do violoncelo a fim de colocá-las em vibração.
Os arcos usados com as antigas violas eram mais largos que os do moderno violino, e eram seguros com a palma da mão virada para fora.
As primeiras rabecas eram tocadas com um arco multo curvo, que foi gradualmente se tornando mais retilíneo.
As crinas nos arcos de fabricação industrial são substituídas por fios de nylon. Apesar de se ter tentado substitutas, a madeira mundialmente
conhecida como a melhor para o feitio de arco para instrumentos de cordas friccionadas é o pau-brasil, especialmente o originário de Pernambuco.
A crina somente não produz atrito suficiente para a vibração; por isso usa-se passar breu na crina antes de tocar o instrumento para aumentar o atrito entre a mesma e a corda para, com isso, aumentar o volume do som.
O ARCO NA HISTÓRIA

O primeiro arco especificamente destinado ao violino foi criado por Arcangelo Corelli, no começo do século XVIII. Era mais curto e menos flexível que o arco do violino moderno, mas ainda apresentava uma curva voltada para fora. Uns 50 anos depois, Giuseppe Tartini aumentou o comprimento do arco, tornou-o mais ou menos retilíneo e aperfeiçoou sua flexibilidade.
O “arco de Tourte”, atualmente em uso, foi criado pelo francês Frangois Tourte (1747-1835) no século XIX, e é ainda mais comprido, com uma
curva muito ligeira para dentro. O engenhoso mecanismo de esticar a crina, também foi criado por François Tourte.


O ARCO NOS INSTRUMENTOS DE CORDAS

Tipos de arco: o primitivo arco das rabecas ; arco de Corelli ; arco de Tartini e arco de Tourte , o qual ainda está em uso.
Arcada ascendente: Ação de passagem do arco, em instrumento de cordas, em que o executante impele o arco desde a ponta até o talão.
Arcada descendente: Ação do executante de um instrumento de cordas quando puxa o arco desde o talão até a ponta.
Arco musical: O mais simples e o mais primitivo de todos os instrumentos de corda, predecessor da harpa e do alaúde. Ainda usado na África e na Ásia, o arco musical originou-se provavelmente no arco de caga e consistia em uma única corda presa ás extremidades de uma vara flexível. A nota era alterada flectindo mais ou menos o arco, a fim de variar a tensão na carda. Embora a corda fosse usualmente beliscada, em alguns casos era friccionada com um arco menor. Os aperfeiçoamentos do arco primitivo induzem a adição de um ressonador em uma extremidade do arco e o uso
de mais de uma corda, reunindo por vezes diversos arcos. Em alguns casos, o executante segura uma ponta do arco com a boca, a qual funciona
como caixa de ressonância. A essa modalidade dá-se o nome de arco de boca. O que se chama popularmente no Brasil de berimbau é um perfeito
exemplo de arco musical

BREU

Claro: mais fino, menos pegada, menos atrito.
Escuro
: mais grosseiro, mais pegada, mais atrito.

A escolha do breu ideal é uma decisão bem pessoal e depende fundamentalmente do tipo de crina, tipo de corda e, claro, da iniciativa do instrumentista em querer conhecer e testar os diferentes tipos de breus que se adequam ao melhor tipo de corda usada e a temperatura do lugar onde se toca… tudo isso interfere na sonoridade. Normalmente, utiliza-se para cordas de aço um breu mais duro (escuro); para cordas sintéticas um breu intermediário e para cordas de tripa um breu com mais poder de adesão (claro).

Breu escuro é menos suave do que o breu claro – ou seja – é mais duro, não solta tanto pó, más em compensação tem um poder de adesão menor, é mais indicado para cordas de aço.

Para que serve o breu e como utilizar?

Serve para criar um poder de adesão entre a corda e a crina do arco. Na prática o som sai mais “limpo” e não precisa colocar tanta força no arco pra conseguir tirar o som da corda.
Deve-se passá-lo em toda a extensão do arco (na crina) – detalhe, o arco precisa estar “tencionado”, ou seja, com as crinas esticadas para se passar o breu, não se deve usar o breu com as crinas “frouxas”.
Dependendo do tipo de breu utilizado (escuro, intermediário ou claro) uma ou duas passadas já são mais que suficiente (alguns dizem que um bom teste e passar um dos dedos SOB a crina, – nunca onde se encontra em contato com as cordas, pois existe gordura na mão, se sair um pó branco está bom- tal teste deve ser feito com o arco tencionado). Caso o som saia meio “arenoso” (pastoso), é sinal que o arco tem muito breu.

YO-YO MA

(Paris, 7/10/1955 – músico norte-americano nascido na França, de origem chinesa, considerado um dos melhores violoncelistas da história).


CRIANÇA PRODÍGIO – Yo-Yo Ma nasceu na França numa família de origem chinesa com forte influência musical. Sua mãe, Marina Lu, era cantora, e seu pai, Hiao-Tsiun Ma, era maestro e compositor. Ma começou estudando violino e depois viola, antes de se interessar pelo violoncelo, instrumento que começou a manipular aos quatro anos de idade, com seu pai. Depois de um primeiro concerto em Paris, aos seis anos de idade, a família de Ma se muda para Nova York. Ma era uma criança prodígio, tendo aparecido na televisão norte-americanda com oito anos de idade, em um concerto conduzido por Leonard Bernstein.
VIDA ADULTA – Em 1978, Ma se casou com a violinista Jill Hornor. Eles tem dois filhos, Nicholas e Emily. Sua irmã mais velha, Yeou-Cheng Ma, também nascida em Paris, é violinista e junto com Yo-Yo coordena um projetochamado Children’s Orchestra Society (COS) em Long Island, nos EUA.
INSTRUMENTO – O principal instrumento de performance de Yo-Yao Ma é o Petúnia, feito por Domenico Montagnana em Veneza em 1733. Esse instrumento já foi esquecido no banco traseiro de um táxi em Nova York, mas mais tarde reencontrado ileso. Outro violoncelo usado por Ma é um stradivarius Davidov, tocado anteriormente por Jacqueline du Pré.
INFLUÊNCIAS – Yo-Yo Ma é habitualmente citado pela crítica como o “o mais omnívoro de todos os cellistas” e de fato possui um repertorio muito mais eclético do que é esperado para um instrumentista erudito. Ma já apresentou e gravou inúmeras peças de música barroca e de outras escolas da música clássica, em instrumentos de época ou modernos. Compõem também seu repertório peças de música tradicional, popular e trilhas sonoras para filmes.

Umas das coisas mais importantes do intrumento é o cuidado que ele deve, ou deveria merecer.

Cuidar do seu intrumento é uma coisa importante e que o fará se tornar melhor cada vez mais.

Tirar e Colocar o Violoncelo em um Case fino (Aqueles cases de tecido, não-metálico)

.Sempre tirar o arco primeiro do caser e depois o celo.
.Quando guardar, sempre coloque o instrumento primeiro e depois o arco.



Guardando seu Violoncelo

.Só deixe o violoncelo no chão apoiado em um dos lados, por um curto período de tempo.
.Mesmo que por curto espaço de tempo sem tocar, guarde o violoncelo na capa ou estojo.
.Mantenha o seu instrumento longe de fontes de calor ou de frio;  jamais o deixe dentro do carro quente.
.Ao limpar o instrumento não use detergente ou polidores. Limpe com um pano macio, espanador ou jato de ar.

Cuidados com o arco

.Se você toca em média algumas horas por dia, é recomendável que a crina seja trocada a cada 6 meses; ser você toca algumas vezes por semana,
substitua a crina uma vez ao ano. Isso porque a crina pode deformar à medida em que envelhece e isto pode alterar o balanço correto do arco.

.Passe breu no arco mais ou menos a cada 2-3 horas de uso.
.Use mais breu se a crina foi recentemente trocada.
.Não balance o arco no ar para tirar algum excesso de breu; é arriscado bater ou fletir demais..Breu escuro é mais suave do que o breu claro.
.desapertar parafuso para crina destensionar – guardar / apertar parafuso para crina tensionar – tocar.
.breu 2 a 3 passadas com velocidade do talão à ponta toda vez que for tensionado – normal uma vez por dia.
.não deixe pontos pretos na crina (breu ressecado=crosta), para limpar use uma escova de dente levemente embebida em diluição de 2 de álcool e 1 de água.
.no final do estudo ou execução limpar a vara de qualquer resíduo de pó branco (breu e micropelos)

Conhecendo a Crina:

Crina nova: pela avaliação visual – mais “micro-pelos” e “micro-pelos” onde o breu fica = som suave e controlável.

Crina velha: somente avaliação visual – crosta de breu = som áspero e descontrolado.

Tipos de crina:

“Crina’” de Nylon – fio mais fino e mais branco (mesmo com o uso é esbranquiçado).
Crina natural de cavalo (pelos do rabo quimicamente tratados) – mais grosso e mais amarelado (novo ou com uso)

Olá pessoal, venho trazer aqui o método que eu acho melhor para didática e é o método qual eu uso no meu aprendizado.
Claro que existem vários tipos de métodos, embora eu nunca tenha os usado muito eu postarei aqui.

Colocarei o suzuki para download (Vol.1)

Em breve colocarei os outros volumes do mesmo que são 10 no total.

Clique na imagem para download. Até a Próxima.